Eles passam o ano inteiro esperando por esse momento. Iniciam a preparação com até dois meses de antecedência, correm atrás de patrocínios para custear as despesas e, mesmo convivendo com a falta de estrutura, fazem de tudo para acompanhar o ritmo dos clubes da capital.
Uma batalha que, ano após ano, tem ficado cada vez mais árdua. Estagnados e com vida útil garantida por apenas quatro meses, assistem ao desenvolvimento econômico dos times de massa passivamente. Além disso, nos últimos tempos, se viram obrigados a encarar novos rivais. Uma classe de pouca expressão futebolística, mas com saúde financeira equilibrada: os clubes-empresa.
São com essas e outras dificuldades que 15 equipes do interior lutarão a partir deste sábado no Campeonato Paulista. Na tentativa de amenizar o desnível técnico, obter uma visibilidade maior e até obter um patrocinador, os clubes do interior decidiram investir em jogadores experientes que já se destacaram no cenário nacional.
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